Best team up ver.
O que dizer deste episódio? Imagino que grande parte do público encontrava-se com bastante curiosidade e ansiedade por essa semana, mas o que eu assisti nesse episódio me deixou ainda mais entusiasmado. Obviamente houveram seus pontos positivos e negativos como o habitual, mas assistir todos aqueles heróis unidos foi belíssimo e senti um certo orgulho por também ser fã da DC. Ainda estou levemente empolgado, então dissertarei um pouco aqui sobre essa mescla de emoções que estou sentindo nesse instante e desejo que vocês estejam passando por essa mesma atmosfera belíssima.
Não aguentarei aguardar para comentar a respeito da Justice Hall. Quando visualizei a foto no pôster de lançamento, imaginei que seria somente mais uma referência à elementos icônicos. Mas eles realmente introduziram-na no programa, a empolgação foi inevitável. De fato trata-se de uma referência mais do que clássica à Liga da Justiça/Sociedade da Justiça/Super Amigos e, de maneira particular, à minha infância. Barry merece o devido reconhecimento por ter sido responsável por ter juntado todos os heróis naquele lugar. Mais um ato correto, enquanto tenta lidar com os estragos que causou no futuro de boa parte dos personagens.
O episódio possuiu um bom dinamismo em relação as sequências de ação dos heróis presentes. Presenciamos os habituais combates corpo-a-corpo, já utilizados em Arrow desde o seu primeiro ano. A Supergirl obteve um destaque digno de nota e isso me deixou ligeiramente surpreendido, pois já que o episódio de Supergirl não contou com muita coisa relacionada ao crossover, imaginei que a deixariam levemente em segundo plano. Foi extraordinário presenciar, finalmente, a união dos nossos amados heróis, possibilitando assim uma surpreendente gama de possibilidades que poderão ser exploradas futuramente nos quatro programas.
Claramente nem tudo foi perfeito, portanto agora devo citar as minhas críticas quanto a este episódio neste parágrafo. Acredito que o arco dramático envolvendo o desentendimento entre o Cisco e o Barry já tinha dado o que tinha que dar. Ele está magoado? Perfeitamente compreensível. Porém, ficarem explorando isso mais que o suficiente pode acabar fazendo com que os espectadores comecem a desgostar de um dos personagens mais divertidos e admiráveis da série, Cisco Ramon. Essa observação também é plenamente válida para Iris e sua insistência em ficar impedindo que Wally torne-se o Kid Flash. Ela insistiu tanto nesse ponto com o resto do núcleo, que o garoto acabou recorrendo à HR para treiná-lo escondido, sendo que por mais carismática que essa nova versão do Wells seja, ainda não é completamente confiável. Já imaginamos que isso tudo não acabará bem, contudo...
Tudo bem apresentado e bem utilizado. A invasão alienígena foi bem planejada, o serviço realizado baseado no roteiro original também... É garantido afirmar que haverá ao menos um pouco mais de informações a respeito dos alienígenas nos próximos dois episódios que darão continuidade ao crossover. Neste aqui, podemos assumir somente que eles são muito perigosos e que de fato será difícil impedi-los de realizar seu plano de “dominação”. Ainda mais levando-se em consideração que metade do grupo foi capturado, algo bem manjado, entretanto, será bem arquitetado, ao menos eu desejo.
Ainda contamos com Arrow e Legends of Tomorrow, ou seja, aproximadamente uns 80 min de bastante crossover, cenas divertidas por parte de Mick e Felicity (já que o Cisco agora está nessa fase depressiva), sequências emotivas envolvendo Stein e sua filha (aparentemente, Clarissa faleceu) e partes de ação com todos unidos... Esse Crossover está tendo um saldo realmente positivo, apesar de alguns probleminhas pequenos. Desejo que encontrem-se tão animados quanto eu.
