Está chegando ao fim mais um ano de minha vida e, com ele, mais um junto à família VAVEL. Quem me diria que em 2013, quando fui convocado para integrar esse grupo, eu iria crescer internamente e seria o que sou hoje. Tal qual em todo batalhão, comecei de baixo, sendo apenas redator do futebol pernambucano, o qual me orgulho de acompanhar diariamente, apesar dos pesares que o cerca.
Desde então, vim derramando várias gotas de suor, me dedicando em mostrar meu nome ao mundo. Meu primeiro campeonato a cobrir foi a famigerada Copa São Paulo de Futebol Júnior, vendo jovens, assim como eu, buscando realizar o sonho de infância. Atores do espetáculo do fantástico futebol, independente da qualidade, me passaram uma imagem única: "com dedicação, atingimos nosso objetivo".
Entrando de cabeça no jornalismo no meio da pequena área, como elemento surpresa, fui aprimorando também minha prática de fazer gols, levando meu tímido público ao delírio. Em constante evolução, tive o privilégio de acompanhar, apesar de não estar presente, minha primeira Copa do Mundo, mesmo indo também como torcedor. E foi essa Copa, marcada por uma fatalidade para o povo brasileiro, que me fez chegar a uma nova patente.
Esse período me tornou o líder dos responsáveis pelo esporte bretão na terra dos altos coqueiros, pois já diria Abraham Lincoln: "A maior habilidade de um líder é desenvolver habilidades extraordinárias em pessoas comuns". Sou eternamente grato a essas pessoas que tenho a oportunidade de compartilhar meu boletim diário, pois percebo que são fundamentais para serem o que sou.
Dizem que fazer jornalismo esportivo é fácil, pois não tem conflitos de interesse. Aí que se enganam. O jornalismo esportivo "requer um elevado grau de formação", como disse José Luis Rojas, professor da Universidade de Sevilla. A partir disso, fui me empenhando para que esse plantel VAVEL se tornasse mais vasto, com maior concentração nas suas metas.
O empenho em busca da felicidade, fazendo o que sempre sonhei, me fez atingir o cargo máximo. Sem ajuda de ninguém, apenas com meu próprio mérito. Aquelas salgadas gotas de suor que caem dos nossos rostos depois de uma rotina dura de trabalho, a lágrima que cismou em não cair com uma missão cumprida, o cansaço após um dia cheio de atribuições... fatores que nos enobrecem ainda mais como seres humanos, mas responsáveis por exaltarem nossos valores éticos.
Esse 2015, porém, foi um dos - senão o melhor - melhores que vivi. Independente de estresses e lamentações vivenciados nos 12 meses, pude alcançar minhas glórias. Tardio, mas prazeroso. Meus maiores êxitos no ano que está para acabar e poderia ser eterno, começaram a aparecer só em outubro. A partir daí posso resumir as aventuras vividas, indo além do meu Pernambuco.
Em pleno Dia das Crianças, pude conhecer, na condição de jornalista, um treino da Seleção Brasileira. Como citou Oscar Wilde, "A melhor maneira de tornar as crianças boas, é torná-las felizes". Foi assim que pude também ir ao primeiro jogo do Brasil credenciado, conhecendo nomes consagrados pelo mundo jornalístico e espalhando o meu por aí, acompanhando as Eliminatórias e sonhando com um 2016 mais positivo, tanto para mim como para todos que fazem a VAVEL Brasil ser o que é.
